Not-so-look do dia: Blazer e jeans

Começando mais uma semana já com o sentimento de que essa vida adulta não dá trela pra ninguém.

imagem: google

Como eu acordei hoje querendo nunca mais ter que trabalhar, ou ganhar dinheiro, ou lutar pela minha sobrevivência, tive que me vestir de modo a esconder todo esse sentimento destrutivo. Como? Sendo adulta! E como ser adulta em apenas um passo? Usando um blazer!

Nós falamos muito de blazer aqui e, apesar de amá-los muito, não é uma peça que eu uso toda semana. Hoje, o friozinho estava presente e foi ele que me salvou. Vamos à produção nada complexa (e com foto de celular):

imagem: not so it

 

imagem: notsoit

Desnecessário o close no pé, né? Malz ae.

Blazer: Renner 
Camiseta listrada: Keeper
Jeans: roubado do armário da mãe, tenho nem ideia de onde é
Sapatilha: C&A
Bolsa: Rainha de Laço

O blazer da Renner já é bem antiguinho. Na época, foi uns R$120. Vale ressaltar que eu comprei um outro blazer E-XA-TA-MEN-TE igual, com o mesmo acabamento interno (e até com um botão mais bonito e uma etiqueta “Zara” pra completar) no Ebay, e custou $12. Sem frete. Pois é.

A sapatilha foi R$29,90 e também é bem antiga. Se eu tivesse algum compromisso mais sério, até colocaria um salto. Mas, como iria ficar sentadinha no escritório da Not so it o dia inteiro, achei que não teria problema quebrar a “adultice” com a sapatilha engraçadinha. Pra não ficar tudo “combinandinho” de preto, branco e vermelho, escolhi essa bolsa amarelona, que deu uma bagunçada boa no esquema de cores, mas eu nem liguei. De resto, é blusa básica de malha e o jeans dobradinho (que, diga-se de passagem, não me serviu, mas a gente usa mesmo assim).

Maquiagem quase inexistente com o BB Cream da L’Oréal, blush rosinha e rímel. Pá pum.

Essa semana voltamos com mais coisas da vida de uma not-so-it girl.
Ah, e obrigada a todo mundo que comentou no último post de desabafo e elogiou o texto. Lágrimas rolaram de emoção! ❤

Beijocas e boa semana pra todos nós! 

Lorena

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Bolsas para o trabalho

Aqui estou eu, no meu último dia de férias, já doida de ansiedade para voltar à labuta e fazendo post sobre trabalho (sóquenãomesmoemnenhumsentido).

Mas resolvi falar disso porque realmente acredito “você se veste para o emprego que quer ter, não para o que tem” (Chico Xavier). Acho extremamente importante a gente conseguir adequar o estilo que temos ao dress code do nosso emprego, mas sei que isso às vezes é complicado.

Uma forma simples de fazer isso é por meio de acessórios: sapatos, lenços, cordões e, principalmente bolsas . Precisamos delas todos os dias, e o seu chefe tá NEM AÍ se a sua bolsa é preta ou de onça. Então, por que não mostrar o estilo através delas?

Encontrei alguns modelos bacanas, diferentes (mas também discretos), que eu acredito serem ótimos investimentos e que tem o meu, o seu, o nosso SELO NOTSOIT DE PREÇO CAMARADA!

Vem comigo!

Dá pra notar que esse modelo “maleta” me conquistou, né? Vamos aos preços!

1 – Bolsa em material sintético com estampa de cobra Renner: R$109,00
2 – Bolsa estruturada em material sintético Renner: R$89,90 (morri, quero cinco, mesmo sabendo que ela parece uma lancheira).
3 – Bolsa Lara Costa (Passarela): R$119,99 (ela parece uma bolsa preta de matelassê basicona, mas é toda coberta por brilhinhos).
4 – Bolsa de ombro Le Postiche: R$179,99 (é carinha, né? Mas achei muito bonita e clássica).
5 – Bolsa transversal Renner: R$79,90 (preço camarada e cor linda!).
6 – Bolsa transversal estruturada Renner: R$89,90 (idem ao comentário acima).

E aí, meninas? Vale tirar o dinheirinho da carteira?

Beijos,

Lorena

(P.S.: todas as bolsas acima são de material sintético, porque eu sou total daquelas contra o uso de couro)

 

Inspiração: festas do trabalho

E aí, amigões do peito?

Hoje, resolvi finalmente atender aos pedidos de muitas (três) leitoras que têm feito muitas perguntas a respeito de festas do trabalho. O argumento do desespero das três é o mesmo, né: festas são ambientes meio hostis, especialmente se lá estiverem pessoas com as quais convivemos diariamente e das quais somos subordinadas. Não queremos aparecer demais, mas não queremos ficar apagadas. Festa é festa, né rapeize.

Então, é o seguinte: pra mim a dica primordial de tudo sempre será EQUILÍBRIO. Nada “demais” vai ser legal nessa situação: curto demais, decotado demais, colorido demais, chamativo demais. Não importa se tá todo mundo loucamente bêbado, se beijando e usando a desculpa da vodka no outro dia, ainda assim são pessoas com as quais você vai ter que conversar todo dia. Você não quer ser a “aparecidinha” do escritório, né? Então, com base em três situações diferentes citadas pela Tat, bolei algumas ideias pra inspirar vocês nesse momento tão difícil da vida!

Primeiro, o coquetel com a equipe:

No caso da Tat, esse coquetel é só pras pessoas com as quais ela trabalha diretamente, inclusive a chefe, na casa de alguém. Discrição é fundamental, né? Escolhi a mesma camisa pros três visuais, mas calma! Ela é muito diferente das camisas de trabalho. É transparente, pra ser usada com uma camisetinha por baixo, bem delicada e feminina. Saias e sapatilhas ficam lindas e elegantes, sem parecer que você se esforçou demais. Com a sapatilha, você pode colocar uma saia UM POUCO MAIS curta, já que não há o agravante do salto. Se houver salto, cuidado com o comprimento da saia.

Segundo, o barzinho:

O barzinho é um momento crucial. É despojado, mas né? Não vamos chegar lá de shortinho jeans e rasteirinha, porque você não trabalha vendendo coco na praia (nota: se você trabalha vendendo coco na praia, você pode ir de short e rasteirinha pro bar!). Fora que pode ter algum rapaz interessante na REPARTIÇÃO (hahaha, repartição). Qual a minha sugestão, então? Chame atenção pras curvas, sem mostrá-las totalmente. Blusas ou vestidos acinturados são demais, um pequeno decote também não mata ninguém. Não gosto muito do segundo look pra barzinho não, mas sei que tem gente que gosta de se APRUMAR mais. Nada de mostrar muito as pernas – por isso a meia. Vestidinhos “dia” também são bacanas, mas correm o risco de serem curtos demais. Pra mim, o ideal é o look número 1: jeans escuro, blusinha arrumadinha, marcando a cintura, salto alto informal. TÁ LINDA, AMIGA.

Terceiro, a festa de fim de ano:

Ai, gente. Que problema essa festa de natal da empresa. Por quê? Ninguém quer comprar vestido novo. Aí vai com aquele vestido que você comprou pra ir ver aquele DJ holandês na boate. Justo, tomara que caia, curto. Não gente, não.

Na festa da empresa, a gente tem que estar linda, porque a gente se veste pro emprego que quer ter, não pro emprego que tem (como disse alguém que eu não sei quem é). Mas PLEASE, cuidado aí na exposição da figura. Elegante, você precisa ser elegante. Nada de decotão, nem na frente, nem atrás. Nada de vestidos ultra justos, nem ultra curtos. Se for justo, que seja mais comprido e tenha manga (ou ombro só, como o primeiro). Se for tomara que caia, como o segundo, escolha uma silhueta mais larguinha no quadril. Eu voto em cores mais clássicas, também. A menina que chega de pink na festa do escritório vai ser comentada – e nem sempre, positivamente. “Viu como a fulana tava CHEGUEI?”. Né?

E outra coisa – MUITO IMPORTANTE: nas três situações, não basta colocar uma roupa e um sapato bacana, não. Capriche na maquiagem, faça uma escovinha no cabelo, aquelas coisas. Custa nada, não. Youtube tem vários vídeos ensinando!

Quem quiser mais dicas pra alguma situação específica, entra em contato com a gente pelo email contato@notsoit.com. Estamos aqui pra isso!

Beijos,

Lorena

Fugindo da caretice no trabalho

Boa noite, gente bonita!

Vocês sabem que o que vocês pedem sorrindo, a gente faz sorrindo também, né? Sempre!

Essa semana, recebi dois pedidos de duas amigas muito do fundo do coração. A Nicole me pediu pra falar de moda plus-size (ou seja, moda NORMAL, já que quase todo mundo tem um quê de plus-sizisse) e a Tat me pediu pra falar de moda no trabalho. Ambos são assuntos que eu matuto diariamente, por serem parte do meu cotidiano monótono. Resolvi falar do ambiente de trabalho primeiro por já ter uma opinião formada sobre isso e ser algo mais tranquilo de ser discutido. A plus-sizisse vem ainda essa semana, mas necessita de estudos prévios!

Bom, a preocupação da Tat, que trabalha em um lugar muito importante que eu não sei realmente dizer o nome no Rio, é estar bem vestido, seguindo o dress code da companhia na qual se trabalha, sem parecer completamente careta. Eu, pessoalmente, fico entediadíssima quando vejo “blusa social, calça preta, scarpin” (até porque, normalmente a blusa social está totalmente MAL-AJAMBRADA, a calça preta está curta, mesmo sendo usada com um scarpin terrível de salto médio). Na minha opinião, existem formas muito fáceis e baratas de se vestir bem no trabalho, mantendo a personalidade. Resumi o que eu penso em três dicas, que podem ou não se aplicar ao lugar que vocês trabalham ou ao gosto pessoal de cada um (alguns lugares tem regras bem restritas, né? E algumas pessoas são bem básicas e não querem arriscar; outras são pra frentex demais e não querem dar um passo pra trás!). Mas, vamos a elas:

Pra quem tem medo de ousar demais, essa dica é uma mão na roda. Não é necessário confiar SEMPRE na mesma camisa social. É possível optar por peças de estrutura simples, sem muito balangandã, mas que tenham detalhes bacanas na manga, ou na barra, que façam delas aceitáveis no trabalho, mas não totalmente dentro do comum. Se pensarmos especialmente em blusas, quando combinadas com uma calça social bem ajustada ou um jeans escuro sem lavagem, elas podem colaborar pra que a gente fique super bem arrumadinha, sem formalidade ou caretice demais. Outra coisa válida a levar em consideração é a opção por cores e estampas sóbrias, nada espalhafatoso demais e, quando possível, materiais mais sofisticados, que deixam qualquer visual bacanudo.

Isso é o que sempre funcionou pra mim. Acho que uma terceira peça faz TODA a diferença em qualquer produção. Blusa e calça todo mundo combina. Mas pensar numa outra peça, que acrescente e arremate o look é complicado. Por isso, congratulações às it-girls que fazem isso muito bem.

Blazers, casacos, cardigans, coletes, boleros… são exemplos perfeitos de “terceira peça”. Se sua roupa está muito “mais do mesmo”, um cardigan colorido faz toda a diferença. Casaquinhos finos, como o segundo e o terceiro da imagem, ajustados por um cinto bacana, não esquentam e deixam a gente mais bem vestida. Até os boleros, que são peças perigosíssimas, porque quase sempre destacam o que há de pior no corpo feminino, podem funcionar caso tragam alguma informação nova pro seu visual (nada de bolero jeans, por favor. Nem no trabalho, nem na vida, nem na vida eterna. Obrigada.).

E a terceira dica, um tanto óbvia:

Todo mundo sempre fala isso, então não é novidade pra ninguém. Mas, ainda assim, vale a pena reforçar: Se o seu chefe pode te mandar embora por você estar usando um cardigan de onça, ele não pode fazer o mesmo se você usar só uma pulseirinha. Acessórios são uma forma sutil de dizer quem você é. Se é clássica, pulseirinhas douradas e pingentes delicados. Se é roqueirinha, pulseiras com rebites (discretos, por favor) ou cintos bacanas. Somados à escolha dos sapatos e bolsas, os acessórios colaboram demais pra fugir da caretice do trabalho, além de deixarem nosso visual bem mais completo.

Eu sigo cada um dos “preceitos” que eu citei, apesar de ter muita liberdade no meu trabalho. Adoro trabalhar de salto, mas se quiser uma sapatilha ou um tênis, não há qualquer problema. Como é no trabalho de vocês? É difícil manter um estilo bacana?

Todas as peças acima são da Hering, Renner ou Dress To.

Beijos!

Lorena